Em época de eleições as promessas estão a cada dia mais afiadas e alinhadas as necessidades da população e da sociedade. Tem gente que promete até ser honesto, ético e bonzinho, pode?
Você já fez a sua promessa? Pediu o seu voto? Fez campanha? Você pode me responder que não é candidato e nem filiado a nenhum partido politico e que não gostaria nem mesmo de votar nestas eleições.
Pois é. Eu também me sinto estas coisas. Mas será realmente que não fazemos promessas? Vamos lá. Toda a vez que você se compromete com alguém ou com algo que deverá executar em sua ação de trabalho, nada mais é do que uma promessa, já que alguém acredita em você. Quando você faz marketing pessoal ou apresenta os dados de sua área informando os resultados obtidos ou as propostas, projetos e programas que serão desenvolvidos, faz campanha.
Quando alguém é promovido, aquele ou outro foi eleito para determinado cargo representando alguém, ou seja, quem é eleito além de ser eleito por alguém, ele o representa. Nas empresas os eleitos representam a instituição, os seus pares e colaboradores.
Então, corporativamente os componentes das eleições podem ser visualizados todos os dias em nossas ações. A diferença entre as eleições para cargos políticos e para as empresas é que nas empresas meritocráticas os eleitos são por competências e méritos, muito diferente da outra classe.
O pior de tudo é que os eleitos na categoria politica para cargos públicos a cada dia estão mais desacreditados por aqueles que deveriam elegê-los.
O trágico vira cômico em alguns momentos que as propagandas políticas, debates e discursos são vistos como um momento de lazer por alguns, de revolta por outros, ou mesmo de tentar visualizar o cenário menos pior.
Então, promessa é dívida como diz o ditado popular. Prometa apenas o que pode cumprir, ou daqui a pouco terá que fazer campanha para mostrar que pode fazer. Leve um histórico de ações e resultados. Nada melhor para uma boa campanha.
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
terça-feira, 14 de setembro de 2010
Eventos Corporativos
Nos últimos anos as empresas esta cada vez mais aderindo aos eventos como forma de aproximação com osseus clientes, fornecedores, pareceiros e colaboradores, visto a grande eficácia que as ações e resultados gerados pelos eventos proporciona ao negócio.
A perspectiva de pensar os eventos corporativos com uma grande oportunidade de gerar negócios, capacitação e contato com público faz com que várias estratégias sejam desenvolvidas para cada tipologia de eventos em ambito empresarial.
A grande interrogação que paira sobre a cabeça dos gestores das empresas está na decisão de contratar externamente uma empresa de eventos ou possuir dentro da estrutura da empresa uma equipe que possa de forma profissionais atender as demandas da organização.
Estas e outras questões serão discutidas no Curso Gestão de Eventos Corporativos, que será realizado pela UNISUL de Florianópolis entre os dias 08 a 18 de novembro, além da apresentação de conteúdos relevantes para o desenvolvimento de eventos em ambito empresaria, como:
. Concepção e Dimensionamento de Eventos;
. Comercialização de Eventos e desenvolvimento de projetos;
. Comunicação e Marketing de eventos;
. Pré-produção e produção de eventos;
. Execução e avaliação de eventos com base em ROI (retorno sobre o investimento)
. Gestão de eventos simultâneos;
. Inter-relacionamentos entre os setor de eventos e demais setores da empresa.
Clique aqui e obtenha informações adicionais.
A perspectiva de pensar os eventos corporativos com uma grande oportunidade de gerar negócios, capacitação e contato com público faz com que várias estratégias sejam desenvolvidas para cada tipologia de eventos em ambito empresarial.
A grande interrogação que paira sobre a cabeça dos gestores das empresas está na decisão de contratar externamente uma empresa de eventos ou possuir dentro da estrutura da empresa uma equipe que possa de forma profissionais atender as demandas da organização.
Estas e outras questões serão discutidas no Curso Gestão de Eventos Corporativos, que será realizado pela UNISUL de Florianópolis entre os dias 08 a 18 de novembro, além da apresentação de conteúdos relevantes para o desenvolvimento de eventos em ambito empresaria, como:
. Concepção e Dimensionamento de Eventos;
. Comercialização de Eventos e desenvolvimento de projetos;
. Comunicação e Marketing de eventos;
. Pré-produção e produção de eventos;
. Execução e avaliação de eventos com base em ROI (retorno sobre o investimento)
. Gestão de eventos simultâneos;
. Inter-relacionamentos entre os setor de eventos e demais setores da empresa.
Clique aqui e obtenha informações adicionais.
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Meu neto é turista profissional: por que ele não consegue um emprego fixo?
"Meu neto é turista profissional: por que ele não consegue um emprego fixo" foi a fala da avó da minha esposa quando descobriu que seu neto de 19 anos, cursando a 2a fase de Relações Internacinoais, fluente em língua inglesa e atuante no mercado de viagens e turismo para adolescentes estava em Búzios com um grupo de jovens da sua idade e não tinha um emprego fixo.
Raul o protagonista da história nas suas férias de julho da faculdade estava guiando um grupo de adolescentes, assim como ele; e, ao ligar para que estava vivo gerou um grande nó na cabeça da Dona Lígia. Com mais de 80 anos não consegue compreender as novidades deste mundo e principalmente as alterações no mundo do trabalho e as novas formas de relações do homem com o trabalho e do trabalho com o homem.
Sentados na sala tentei explicar o que estava acontecendo e dizer a ela que Raul é um cara pós-moderno e que alia prazer ao trabalho e transforma seu trabalho em lazer. Então, na complementação do telefonema ele diz que depois que guiasse o grupo em Búzios poderia ficar mais uns dias para aproveitar a cidade, mas recebeu um chamado para guiar outro grupo para Porto Seguro; e, que na tarde de folga iria fazer um curso de mergulho. Ainda, para completar a confusão que na cabeça da anciã, disse que de bônus teria a possibilidade de retornar a Búzios e ficar mais 3 dias somente aproveitando e não mais trabalhando.
O espanto foi tanto que ela chegou quase ao surto, dizendo-me que ele precisava ter um emprego, um chefe e uma cadeira para sentar. Mais uma vez disse: vó o emprego acabou, o cara fala inglês é descolado, conhece as tecnologias, redes sociais; e, para completar é responsável. Se a senhora colocar esse cara para sentar em uma cadeira ele irá ficar 2 dias e vai pedir demissão. Então vó, relaxa e deixa o cara curtir, como eles dizem nesta faixa etária. Meio contrariada ela entendeu, quer dizer, fingiu que entendeu.
Uma olhadinha neste vídeo para compreender o que acontece neste novo mundo; e, depois eu explico mais.
O que aconteceu? O careca de cavanhaque não tem sala de trabalho, o computador e as experiências são as ferramentas do turista profissional, assim como o Raul que tá seguindo o mesmo caminho.
Além desta galera que está iniciando sua atuação profissional e antenada as novas possibilidades de formas de trabalhos diferentes, estão os tiozinhos que ainda não compreenderam o quão importante esta geração se faz fundamental para o mercado de trabalho e o sucesso das empresas.
Pergunte a 10 amigos seus se eles possuem alguma conta em redes sociais ou quantas vezes acessaram o google nesta semana. Tenho certeza que pelo menos 1 terá uma resposta positiva. Pois é. Esta galera está aprendendo de forma auto-didata a fazer negócios nestes meios e dar propulsão a sua empresa com as ferramentas que podem ser acessadas em qualquer lugar do mundo com apenas um clique no celular, no Ipad ou netbook.
Said Ali e FranSk8 são as criaturas que tenho neste semestre juntamente com a minha equipe de produtores de eventos e que são assim como o Raul. Conseguem fazer um monte de coisa ao mesmo tempo; e, ainda atender as suas demandas. São stylos como eu digo, porque esta galera tem estilo próprio e uma personalidade de dar inveja aos mais experientes. Na equipe de uma das unidades que atendemos de quase 15 pessoas o mais velho sou eu acreditem, com 34 anos.
Digo que " quem menos anda voa"; e que a preocupação da perfeição e das ações com excelências são de fazer a gurizada se cobrar até ficar do jeito que eles desejam.
Vó Ligia! Está é a galera. Um povo animado com fome de mundo e com muita tesão nas coisas que fazem, além de entender que um lugar é apenas um lugar e que pode no próximo mês, hora, ou minuto ser alterado. Que não consegue trabalhar sentado e que vê o mundo de forma diferente.
Então, ou agente se adapta ou vai ver o filho de 4 anos digitando antes de escrever.
Raul o protagonista da história nas suas férias de julho da faculdade estava guiando um grupo de adolescentes, assim como ele; e, ao ligar para que estava vivo gerou um grande nó na cabeça da Dona Lígia. Com mais de 80 anos não consegue compreender as novidades deste mundo e principalmente as alterações no mundo do trabalho e as novas formas de relações do homem com o trabalho e do trabalho com o homem.
Sentados na sala tentei explicar o que estava acontecendo e dizer a ela que Raul é um cara pós-moderno e que alia prazer ao trabalho e transforma seu trabalho em lazer. Então, na complementação do telefonema ele diz que depois que guiasse o grupo em Búzios poderia ficar mais uns dias para aproveitar a cidade, mas recebeu um chamado para guiar outro grupo para Porto Seguro; e, que na tarde de folga iria fazer um curso de mergulho. Ainda, para completar a confusão que na cabeça da anciã, disse que de bônus teria a possibilidade de retornar a Búzios e ficar mais 3 dias somente aproveitando e não mais trabalhando.
O espanto foi tanto que ela chegou quase ao surto, dizendo-me que ele precisava ter um emprego, um chefe e uma cadeira para sentar. Mais uma vez disse: vó o emprego acabou, o cara fala inglês é descolado, conhece as tecnologias, redes sociais; e, para completar é responsável. Se a senhora colocar esse cara para sentar em uma cadeira ele irá ficar 2 dias e vai pedir demissão. Então vó, relaxa e deixa o cara curtir, como eles dizem nesta faixa etária. Meio contrariada ela entendeu, quer dizer, fingiu que entendeu.
Uma olhadinha neste vídeo para compreender o que acontece neste novo mundo; e, depois eu explico mais.
O que aconteceu? O careca de cavanhaque não tem sala de trabalho, o computador e as experiências são as ferramentas do turista profissional, assim como o Raul que tá seguindo o mesmo caminho.
Além desta galera que está iniciando sua atuação profissional e antenada as novas possibilidades de formas de trabalhos diferentes, estão os tiozinhos que ainda não compreenderam o quão importante esta geração se faz fundamental para o mercado de trabalho e o sucesso das empresas.
Pergunte a 10 amigos seus se eles possuem alguma conta em redes sociais ou quantas vezes acessaram o google nesta semana. Tenho certeza que pelo menos 1 terá uma resposta positiva. Pois é. Esta galera está aprendendo de forma auto-didata a fazer negócios nestes meios e dar propulsão a sua empresa com as ferramentas que podem ser acessadas em qualquer lugar do mundo com apenas um clique no celular, no Ipad ou netbook.
Said Ali e FranSk8 são as criaturas que tenho neste semestre juntamente com a minha equipe de produtores de eventos e que são assim como o Raul. Conseguem fazer um monte de coisa ao mesmo tempo; e, ainda atender as suas demandas. São stylos como eu digo, porque esta galera tem estilo próprio e uma personalidade de dar inveja aos mais experientes. Na equipe de uma das unidades que atendemos de quase 15 pessoas o mais velho sou eu acreditem, com 34 anos.
Digo que " quem menos anda voa"; e que a preocupação da perfeição e das ações com excelências são de fazer a gurizada se cobrar até ficar do jeito que eles desejam.
Vó Ligia! Está é a galera. Um povo animado com fome de mundo e com muita tesão nas coisas que fazem, além de entender que um lugar é apenas um lugar e que pode no próximo mês, hora, ou minuto ser alterado. Que não consegue trabalhar sentado e que vê o mundo de forma diferente.
Então, ou agente se adapta ou vai ver o filho de 4 anos digitando antes de escrever.
terça-feira, 31 de agosto de 2010
Mudança de Modelo Mental: sobe a escada ou toca piano?
Trarei nesta postagem um pouquinho da minhas aulas de pós-graduação na disciplina de Integração e Desenvolvimento de Competências na qual em um dos tópicos exponho as necessidades de mudança de modelos mentais para pudermos acompanhar as alterações sociais e do mercado.
Então, começo fazendo uma brincadeira na qual os alunos ficam e duplas e disputam uma caneta equidistante as suas posições, marcando pontos a cada "pegada" da caneta. Na primeira etapa parece ser muito simples, conto até 3 e quem for mais rápido pega a caneta e ganha o ponto. Simples. Isto quer dizer que é preciso apenas ser rápido e ficar a atento ao 3.
Na segunda etapa, conto uma historinha informando que a "pegada" na caneta será apenas quando no meio da história aparecer a palavra vermelho. Conto então, uma fábula infantil que aprendemos quando eramos crianças; e, começo assim: Vocês conhecem a história da Chapeuzinho Vermelho; e, é aquela correria para pegar a caneta. Continuo contando e intercalando o vermelho por verde, começando então a mudança de modelo mental.
Neste momento não temos mais somente a rapidez ou hagilidade, mas há necessidade de pensar antes de agir, principalmente por que o vermelho da chapeuzinho já está encravado em nossa mente. Quando o vermelho se transforma em verde a sensação que tenho é de um travamento total dos participantes da brincadeira.
Depois disto, faço uma reflexão dos paradigmas e das necessidades de alterações dos nossos modelos mentais para que possamos viver, conviver e competir nestes novos cenários. Reforço adianta que apenas ser rápido não resolve, pois ser rápido sem pensar pode gerar um erro estratégico, como dizem os gestores quando erram alguma coisa. Aqui quero fazer um parênteses: Erro estratégico? Creio que quando se desenvolve uma estratégia é para não errar, ou ao menos se deve pensar nos pontos críticos e nos riscos. Isto possibilita a minimização dos erros. Creio também que uma estratégia errada se faz errada pela falta de mensuração e de indicadores no ambito da implementação da estratégia, visto que as estratégias emergentes podem "salvar" aquilo que se apresenta como um possível erro.
Voltando a simples historinha da chapeuzinho vermelho que pode ser verde; e, criada por alguém que disse que era vermelho e sempre acreditamos nisto, mas poderia ser verde, azul, amarelo ou qualquer outra cor. Se eu contar para o meu filho que é verde ele vai acreditar que é verde, pois não conhece. Se já conhece poderia ficar em um estado conformista, aceitando a troca da cor; ou alterar seu estado para crítico, perguntando-me por que na história o chapéu era verde e não vermelho; ainda, para finalizar, poderia me perguntar se o chapéu não poderia ser branco, tendo uma postura criativa.
Modelo mental tem a mesma característica. Se somos criados para pensar e induzidos a pensar de forma conformista, tudo que acontecer foi por que Deus quis ou por que é assim mesmo. Se somos críticos, todos serão rotulados de corneteiros, pessimistas, ou aquele que torce para o jacaré. Já, se somos criativos, somos chamados de inovadores ou de loucos. Quantos rótulos não é mesmo? Prefiro ser chamado de louco do que ficar esperando Deus decidir se o jacaré vai ou não aparecer.
Nos negócios necessitamos alterar nossos modelos mentais todos os dias, mas nem todos conseguem fazer isto. Se tu bates na madeira, tens uma carranca na porta de entrada, ou um pé de arruda no teu escritório é porque realmente a coisa está ficando feia; e, então meu amigo, está na hora de mudar o modelo mental rapidamente. Ou muda, ou morre, ou corre. São as necessidade de Choppra expressadas pelas necessiddades e respostas.
Mas confesso que subir a escada ou tocar piano título desta postagem e que até agora não fiz menção é uma tarefa árdua, por que requer um novo modelo mental, algo atrativo, inovador, possibilitando uma nova experiência, sensação e significado.
Confira o quer eu estou falando assistindo o vídeo abaixo:
Pensar que até os mais velinhos deixam de subir sem fazer esforço apenas para poder desfrutar de notas musicais, que podem por vezes ser desconexas e desarmonicas faz com que haja um inicio de alteração do modelo mental para a experimentação do novo. Já pensastes que aquelas pessoas que passam pela estação todos os dias estão acostumadas a subir de escada rolante trocam pelo piano? Por qual motivo? Desejo de mudança, de coisa nova, ver algo diferente acontecer e de se diferenciar dos outros.
Então. Finalizando, mudar o pensamento requer postura individual e coletiva, principalmente em organizações sérias que buscam resultados positivos e sucesso. Inspirar as pessoas e conduzí-las para pensarem de forma diferente faz com que haja uma oxigenação das culturas, das estruturas e criaturas, com base em uma estratégia clara, definida e tangível, pois não podemos apenas ser rápidos, mas necessitamos ser rápidos e acertivos.
Dá uma tocadinha no piano, mas acerta as notas, por que não têm nada pior do que algo desafinado, tanto para o ouvido, quanto para os negócios. Desafinado nos negócios é chamado de desalinhado.
Então, começo fazendo uma brincadeira na qual os alunos ficam e duplas e disputam uma caneta equidistante as suas posições, marcando pontos a cada "pegada" da caneta. Na primeira etapa parece ser muito simples, conto até 3 e quem for mais rápido pega a caneta e ganha o ponto. Simples. Isto quer dizer que é preciso apenas ser rápido e ficar a atento ao 3.
Na segunda etapa, conto uma historinha informando que a "pegada" na caneta será apenas quando no meio da história aparecer a palavra vermelho. Conto então, uma fábula infantil que aprendemos quando eramos crianças; e, começo assim: Vocês conhecem a história da Chapeuzinho Vermelho; e, é aquela correria para pegar a caneta. Continuo contando e intercalando o vermelho por verde, começando então a mudança de modelo mental.
Neste momento não temos mais somente a rapidez ou hagilidade, mas há necessidade de pensar antes de agir, principalmente por que o vermelho da chapeuzinho já está encravado em nossa mente. Quando o vermelho se transforma em verde a sensação que tenho é de um travamento total dos participantes da brincadeira.
Depois disto, faço uma reflexão dos paradigmas e das necessidades de alterações dos nossos modelos mentais para que possamos viver, conviver e competir nestes novos cenários. Reforço adianta que apenas ser rápido não resolve, pois ser rápido sem pensar pode gerar um erro estratégico, como dizem os gestores quando erram alguma coisa. Aqui quero fazer um parênteses: Erro estratégico? Creio que quando se desenvolve uma estratégia é para não errar, ou ao menos se deve pensar nos pontos críticos e nos riscos. Isto possibilita a minimização dos erros. Creio também que uma estratégia errada se faz errada pela falta de mensuração e de indicadores no ambito da implementação da estratégia, visto que as estratégias emergentes podem "salvar" aquilo que se apresenta como um possível erro.
Voltando a simples historinha da chapeuzinho vermelho que pode ser verde; e, criada por alguém que disse que era vermelho e sempre acreditamos nisto, mas poderia ser verde, azul, amarelo ou qualquer outra cor. Se eu contar para o meu filho que é verde ele vai acreditar que é verde, pois não conhece. Se já conhece poderia ficar em um estado conformista, aceitando a troca da cor; ou alterar seu estado para crítico, perguntando-me por que na história o chapéu era verde e não vermelho; ainda, para finalizar, poderia me perguntar se o chapéu não poderia ser branco, tendo uma postura criativa.
Modelo mental tem a mesma característica. Se somos criados para pensar e induzidos a pensar de forma conformista, tudo que acontecer foi por que Deus quis ou por que é assim mesmo. Se somos críticos, todos serão rotulados de corneteiros, pessimistas, ou aquele que torce para o jacaré. Já, se somos criativos, somos chamados de inovadores ou de loucos. Quantos rótulos não é mesmo? Prefiro ser chamado de louco do que ficar esperando Deus decidir se o jacaré vai ou não aparecer.
Nos negócios necessitamos alterar nossos modelos mentais todos os dias, mas nem todos conseguem fazer isto. Se tu bates na madeira, tens uma carranca na porta de entrada, ou um pé de arruda no teu escritório é porque realmente a coisa está ficando feia; e, então meu amigo, está na hora de mudar o modelo mental rapidamente. Ou muda, ou morre, ou corre. São as necessidade de Choppra expressadas pelas necessiddades e respostas.
Mas confesso que subir a escada ou tocar piano título desta postagem e que até agora não fiz menção é uma tarefa árdua, por que requer um novo modelo mental, algo atrativo, inovador, possibilitando uma nova experiência, sensação e significado.
Confira o quer eu estou falando assistindo o vídeo abaixo:
Pensar que até os mais velinhos deixam de subir sem fazer esforço apenas para poder desfrutar de notas musicais, que podem por vezes ser desconexas e desarmonicas faz com que haja um inicio de alteração do modelo mental para a experimentação do novo. Já pensastes que aquelas pessoas que passam pela estação todos os dias estão acostumadas a subir de escada rolante trocam pelo piano? Por qual motivo? Desejo de mudança, de coisa nova, ver algo diferente acontecer e de se diferenciar dos outros.
Então. Finalizando, mudar o pensamento requer postura individual e coletiva, principalmente em organizações sérias que buscam resultados positivos e sucesso. Inspirar as pessoas e conduzí-las para pensarem de forma diferente faz com que haja uma oxigenação das culturas, das estruturas e criaturas, com base em uma estratégia clara, definida e tangível, pois não podemos apenas ser rápidos, mas necessitamos ser rápidos e acertivos.
Dá uma tocadinha no piano, mas acerta as notas, por que não têm nada pior do que algo desafinado, tanto para o ouvido, quanto para os negócios. Desafinado nos negócios é chamado de desalinhado.
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
A Magia das Telas Brilhantes: a transformação do educar
Tenho pensado constantemente sobre a revoluçãodo processo educacional que estamos vivenciando neste século, já que a cartilha didática da minha primeira série que minha mãe guardou durante tantos anos e que hoje faz parte da minha estante de livros, ela já esta ultrapassada para meu filho de 4 anos; e, vejam vocês, na época eu tinha 7 anos.
Vocês poderiam dizer: Geraldo, os tempos mudaram, aquele livro didático evoluiu e hoje a cartilha é outra.
Pois bem. Pode ser que sim, mas creio que não existe cartilha que dê conta nos dias de hoje das necessidades de aprendizado dessa juventude que sei lá como serão chamadas. X, Y. Os nascidos a partir de 1980, 1990. Poderíamos chamar quem sabe os que nasceram de 2000 até hoje de Geração Global, ou se quisermos uma nome mais bonito e americanizado poderiamos chamar de Global Generation. Fica bonito mesmo.
Independente de qualquer forma de classificação ou rótulo, sei que eu e meus amigos que tiveram filhos no milênio de 2000, já estão com os filhos digitando seus nomes e derivações do www.algumacoisa.com sem mesmo antes de aprenderem a segurar um lápis ou mesmo uma caneta. João Vitor (04 anos) abduzido pela tela magica do seu celular, ops! aqui que abrir um parênteses. O celular que me refiro fio um aparelho que não queríamos mais, por que estas coisas agorasão descartáveis; e, ele simplesmente adotou como o seu celular. O que ele faz? Joga. Continuando e fechando o parênteses. João Vitor então dá um grito de seu quarto, dizendo: pai, não consigo terminar o meu nome. Perguntei a minha esposa: terminar o nome, como assim? Ela com a sua magistral habilidade materna disse: Vai ver o que ele tá fazendo. Corri. Quando chego no quarto a surpresa. O cara tinha batido o recorde do jogo e já tinha escrito joaov.
Como não tinha mais espaço para a inserção dos caracteres ele ficou brabo por que o nome ficaria incompleto. Outro dia em uma reunião, um dos meus colegas relata que ao chegar em casa observa o filho jogando video game com o computador ao lado conectado ao Google para saber quais as formas de truques para passar as fases do jogo.
Essas telas mágicas. Imaginem que alguém possa digitar antes de escrever? Hoje não olho mais com negatividade o aluno que entra em sala de aula e a primeira coisa que faz é tirar seu super notebook da mochila e apoiar sobre a mesa escolar. São os cadernos do futuro; e, para completar ainda complementam a aula com as informações obtidas pelos blogs, fóruns e wikipedias.
Quanta modernidade desta Global Generation. Inglês? Vão todos nascer com este aplicativo. Aqui cabe duas historinhas.
A primeira vem sendo do João Vitor o protagonista das minhas aventuras como pai-educador. 8 horas da manhã o galego já esta acordado para ver o desenho Word World. Algum criativo, que com certza não viu o filme De volta para o futuro, ou nem mesmo usou Rider de borracha, ou comeu balas xa xa, criou um desenho na qual os bonecos e qualquer objeto traz no traço o seu nome em inglês. Então, a casa que se chama House, tem o formato das letras que forma House. Sinistro, como digo aos meus alunos de graduação.
E, lá esta o camaradinha de 4 anos repetindo as palavras em inglês passadas na tela mágica brilhante.
Outra para fechar as quantidades de histórias desta postagem, foi uma ligação de meu cunhado de 17 anos, que é fluente em inglês desde os 9. Me perguntava: Tô fazendo comercio exterior, já sei falar inglês que outro idioma tu achas que preciso aprender. De pronto e sem pestanejar lhe falei: querido é o Mandarim, só que como demora um pouco mais para aprender, vai fazendo espanhol junto.
O mundo das telas mágicas brilhantes fazem até o cachorro da família sentar-sena frente para ver o que esta aocntecendo no mundo, quem dirá as criaturas ditas racionais.
Então, temos uma situação: como educar, se já estamos sendo educados desde que nascemos. Alfabetização? Aquela que acontecia na escola, esta pra mim tem mais cara de um complemento do que qualquer outra coisa. Livro? Já tem até Monteiro Lobato virtual.
É professores, educadores e pedagogos, muito cuidado quando entrarem nas salas de aulas, quem sabe o aluno pode entender mais da matéria do que você, ou te perguntar se você viu na internet as últimas notícias que aconteceram no mundo.
Tudo isto é possivel; e, ainda, possivelmente teremos que a cada dia nos adaptar as telas brilhantes, que realmente são muito mais interessantes que os quadros negros, ou brancos. Que elas brilhem para o bem e para o nosso desenvolvimento.
Vocês poderiam dizer: Geraldo, os tempos mudaram, aquele livro didático evoluiu e hoje a cartilha é outra.
Pois bem. Pode ser que sim, mas creio que não existe cartilha que dê conta nos dias de hoje das necessidades de aprendizado dessa juventude que sei lá como serão chamadas. X, Y. Os nascidos a partir de 1980, 1990. Poderíamos chamar quem sabe os que nasceram de 2000 até hoje de Geração Global, ou se quisermos uma nome mais bonito e americanizado poderiamos chamar de Global Generation. Fica bonito mesmo.
Independente de qualquer forma de classificação ou rótulo, sei que eu e meus amigos que tiveram filhos no milênio de 2000, já estão com os filhos digitando seus nomes e derivações do www.algumacoisa.com sem mesmo antes de aprenderem a segurar um lápis ou mesmo uma caneta. João Vitor (04 anos) abduzido pela tela magica do seu celular, ops! aqui que abrir um parênteses. O celular que me refiro fio um aparelho que não queríamos mais, por que estas coisas agorasão descartáveis; e, ele simplesmente adotou como o seu celular. O que ele faz? Joga. Continuando e fechando o parênteses. João Vitor então dá um grito de seu quarto, dizendo: pai, não consigo terminar o meu nome. Perguntei a minha esposa: terminar o nome, como assim? Ela com a sua magistral habilidade materna disse: Vai ver o que ele tá fazendo. Corri. Quando chego no quarto a surpresa. O cara tinha batido o recorde do jogo e já tinha escrito joaov.
Como não tinha mais espaço para a inserção dos caracteres ele ficou brabo por que o nome ficaria incompleto. Outro dia em uma reunião, um dos meus colegas relata que ao chegar em casa observa o filho jogando video game com o computador ao lado conectado ao Google para saber quais as formas de truques para passar as fases do jogo.
Essas telas mágicas. Imaginem que alguém possa digitar antes de escrever? Hoje não olho mais com negatividade o aluno que entra em sala de aula e a primeira coisa que faz é tirar seu super notebook da mochila e apoiar sobre a mesa escolar. São os cadernos do futuro; e, para completar ainda complementam a aula com as informações obtidas pelos blogs, fóruns e wikipedias.
Quanta modernidade desta Global Generation. Inglês? Vão todos nascer com este aplicativo. Aqui cabe duas historinhas.
A primeira vem sendo do João Vitor o protagonista das minhas aventuras como pai-educador. 8 horas da manhã o galego já esta acordado para ver o desenho Word World. Algum criativo, que com certza não viu o filme De volta para o futuro, ou nem mesmo usou Rider de borracha, ou comeu balas xa xa, criou um desenho na qual os bonecos e qualquer objeto traz no traço o seu nome em inglês. Então, a casa que se chama House, tem o formato das letras que forma House. Sinistro, como digo aos meus alunos de graduação.
E, lá esta o camaradinha de 4 anos repetindo as palavras em inglês passadas na tela mágica brilhante.
Outra para fechar as quantidades de histórias desta postagem, foi uma ligação de meu cunhado de 17 anos, que é fluente em inglês desde os 9. Me perguntava: Tô fazendo comercio exterior, já sei falar inglês que outro idioma tu achas que preciso aprender. De pronto e sem pestanejar lhe falei: querido é o Mandarim, só que como demora um pouco mais para aprender, vai fazendo espanhol junto.
O mundo das telas mágicas brilhantes fazem até o cachorro da família sentar-sena frente para ver o que esta aocntecendo no mundo, quem dirá as criaturas ditas racionais.
Então, temos uma situação: como educar, se já estamos sendo educados desde que nascemos. Alfabetização? Aquela que acontecia na escola, esta pra mim tem mais cara de um complemento do que qualquer outra coisa. Livro? Já tem até Monteiro Lobato virtual.
É professores, educadores e pedagogos, muito cuidado quando entrarem nas salas de aulas, quem sabe o aluno pode entender mais da matéria do que você, ou te perguntar se você viu na internet as últimas notícias que aconteceram no mundo.
Tudo isto é possivel; e, ainda, possivelmente teremos que a cada dia nos adaptar as telas brilhantes, que realmente são muito mais interessantes que os quadros negros, ou brancos. Que elas brilhem para o bem e para o nosso desenvolvimento.
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